O programa televisivo o ADE, exibido semanalmente na TV Comunitária de Ponta Grossa, traz para o telespectador assuntos de interesse coletivo e pautas pitorescas que caracterizam a cultura, a história e o cotidiano do pontagrossense. O programa, com pouco mais de um ano de existência, tem apoio da Agência de Jornalismo, do Departamento de Comunicação da UEPG.
As matérias produzidas pela equipe de alunos e professores pautam assuntos como gastronomia, cultura local, produção literária e artística, esportes radicais, eventos sociais e atividades comerciais e industriais. Entre os alunos que produzem o ADE, sob orientação de professores da Agência, há um rodízio das funções jornalísticas e televisivas. Às vezes assumem o papel de apresentadores, editores, repórter, produtores, pauteiros, câmera.
A ideia de instituir o programa partiu de um grupo de alunos do 3º e 4º do Departamento de Comunicação. No início de 2011 instituiu-se como projeto de extensão, sob a coordenação dos professores Paula Melani Rocha e Carlos Alberto de Souza. O projeto, que iniciou com um piloto no final de 2010, é vinculado a Pró Reitoria de Extensão.
As reuniões do ADE acontecem de quinze em quinze dias. Nestes encontros se estabelecem os temas do próximo programa e a equipe responsável pela produção, edição, fechamento, gravação, entrevistas.
O rodízio de funções permite que o aluno experimente na integralidade o que é fazer televisão e a própria rotina produtiva. As reuniões de pauta são são bastante democrática e os assuntos de interesse social e comunitário têm sempre espaço.
Ao longo deste ano várias matérias jornalísticas foram apresentadas ao público pontagrossense tais como: brechós, produção de vinho, restaurantes típicos. A professora Paula e o professor Carlos ressaltam a importância e caráter pedagógico do programa. Esta é mais uma oportunidade, eles explicam, para o aluno aperfeiçoar os conhecimentos técnicos e teóricos aprendidos em sala de aula. Convém salientar ainda que a produção do programa se reveste como importante Portfólio para quem pretende ingressar no mercado televisivo.
CS
terça-feira, 8 de novembro de 2011
sexta-feira, 4 de novembro de 2011
Estudante de Jornalismo recebe prêmio de iniciação científica

O curso de Jornalismo da Universidade Estadual de Ponta Grossa marcou presença no 5º Congresso Nacional de Extensão Universitária, com 18 trabalhos apresentados, e no 14º Encontro de Atividades Cientificas da Unopar, com a conquista de um prêmio de pesquisa. Os eventos paralelos aconteceram entre os dias 26 e 28 de outubro, em Londrina/PR.
O estudante de Jornalismo Kevin Kossar Furtado, do 3º ano do curso de Jornalismo, recebeu o 2º lugar no Prêmio de Iniciação Científica, na área de Ciências Humanas e Educação, com o trabalho “Sabores populares na mídia: uma análise folkcomunicacional da gastronomia no jornalismo impresso paranaense”. O artigo premiado é resultado de um projeto de iniciação científica que contou com bolsa da Fundação Araucária, do Programa de Ações Afirmativas (BIC), realizado sob a orientação da professora Karina Janz Woitowicz.
Foram inscritos, no total, 1.816 trabalhos de 116 instituições de ensino superior
do país. Destes, 272 concorreram ao prêmio. Para Kevin Kossar Furtado, o prêmio é
um incentivo à produção acadêmica: “Avalio que a pesquisa oportuniza um diferencial
no processo de formação dos estudantes. É o espaço para refletir sobre a prática jornalística”, observa.
Kevin Kossar Furtado integra o Centro Folkcom de Pesquisas, grupo de pesquisa mantido no curso de Jornalismo da UEPG em que participam cerca de dez professores
e estudantes. Neste ano, o grupo já recebeu outras duas premiações nacionais promovidas pela Rede de Pesquisadores em Folkcomunicação, em evento realizado em Juiz de Fora/MG.
Karina Janz Woitowicz, professora do curso de Jornalismo, destaca que o prêmio conquistado por Kevin é uma forma de reconhecimento pelas pesquisas realizadas no curso. “O curso de Jornalismo mantém, além de um volume significativo de produções, um bom nível de pesquisas. Exemplo disso são as premiações recebidas nos últimos tempos”.
quinta-feira, 3 de novembro de 2011
Agência marca presença em Encontro Nacional Extensão
Agência de Jornalismo da Universidade Estadual de Ponta Grossa apresentou quatro pesquisas no 5º Congresso Nacional de Extensão Universitária da Unopar. O evento, que aconteceu no final de semana passado, reuniu pesquisadores de várias partes do país como de Minas Gerais, Maranhão e Rio Grande do Sul. O curso de Jornalismo da UEPG apresentou 18 trabalhos, vinculados a vários projetos de extensão: Portal Comunitário, Cultura Plural, Focafoto, Lente Quente, Rádio Web.
As apresentações aconteceram na última quinta pela manha e o momento se consolidou como importante para debates em torno de temas contemporâneos e de interesse social. Alunos da agência, acompanhados de um professor do setor, defenderam os seguintes trabalhos:
- Parceria da Agência de Jornalismo fortalece mídia comunitária em Ponta Grossa
- Crítica de Ponta: experiência de ensino e extensão em parceria com a Agência de Jornalismo da UEPG
- Agência de Jornalismo da UEPG: um espaço de produção laboratorial em diálogos com demandas sociais
- Agência de Jornalismo da UEPG projeta documentários sobre prejuízos do crack.
Alunos do primeiro ano do Curso de Jornalismo, que participaram o evento, falaram sobre a experiência e o desafio de defender um trabalho científico em público. Os professores da instituição consideram que isso faz parte do processo de aprendizagem, tendo e vista que, além de ensino, o curso da ênfase à extensão e à pesquisa acadêmica ao longo de seus quatro anos.
Cs
As apresentações aconteceram na última quinta pela manha e o momento se consolidou como importante para debates em torno de temas contemporâneos e de interesse social. Alunos da agência, acompanhados de um professor do setor, defenderam os seguintes trabalhos:
- Parceria da Agência de Jornalismo fortalece mídia comunitária em Ponta Grossa
- Crítica de Ponta: experiência de ensino e extensão em parceria com a Agência de Jornalismo da UEPG
- Agência de Jornalismo da UEPG: um espaço de produção laboratorial em diálogos com demandas sociais
- Agência de Jornalismo da UEPG projeta documentários sobre prejuízos do crack.
Alunos do primeiro ano do Curso de Jornalismo, que participaram o evento, falaram sobre a experiência e o desafio de defender um trabalho científico em público. Os professores da instituição consideram que isso faz parte do processo de aprendizagem, tendo e vista que, além de ensino, o curso da ênfase à extensão e à pesquisa acadêmica ao longo de seus quatro anos.
Cs
quarta-feira, 19 de outubro de 2011
Diálogos de Mídia aborda mercado regional na região metropolitana

Jornalista graduado pela UEPG participa de 'Diálogos de Mídia Regional', nesta 4ª-feira, 19/10/11
O jornalista responsável pelo semanário 'União', publicado na região metropolitana de Curitiba, é o palestrante convidado do projeto Diálogos de Mídia Regional, da noite desta quarta-feira, 19 de outubro/2011.
"Contrabandos culturais na imprensa regional". Este é o tema do painel temático do Projeto Diálogos de Mídia Regional, que acontece na próxima 4ª-feira, 19/10, às 19 horas, no Pequeno Auditório do Campus Central da UEPG.Mestre em Ciências Sociais Aplicadas e jornalista graduado pela Universidade Estadual de Ponta Grossa, Folquening cursa doutorado em Comunicação na Universidade do Vale dos Sinos (RS), é professor de Jornalismo na UniBrasil, em Curitiba, e editor-executivo do jornal União, que circula na região metropolitana da capital paranaense.
“A proposta é discutir algumas formas e estratégias de apelo comunitário na produção e circulação da mídia impressa regional”, antecipa o painelista. De acordo com Folquening, algumas experiências focadas em temas locais, contribuíram para aumentar a tiragem do jornal e, ao mesmo tempo, estão servindo como material de apoio didático em escolas da Cidade e Região.
Promovido pelo Departamento de Comunicação, através da Agência de Jornalismo da UEPG, o projeto Diálogos de Mídia Regional é uma iniciativa dos estudantes da disciplina de 'Realidade Regional em Comunicação', do 3º ano do Curso de Jornalismo da UEPG, criada em março de 2010.
Pelo projeto, uma vez ao mês os estudantes convidam um (ou uma) painelista para discutir problemas, desafios e limites da regionalização do mercado de mídia, seja a partir da produção jornalística, cultural ou de entretenimento. Viabilizado sem qualquer custo direto ao contribuinte, o evento é aberto à comunidade, sem taxa de inscrição. Interessados em ter declaração (ou atestado) de participação precisam fazer inscrição no local e data do painel.
Outras Informações: Agência de Jornalismo UEPG
Fone:(42) 3220 3361
E-mail: agenciadejornalismo@uepg.br
sábado, 8 de outubro de 2011
Oficina de Educomunicação instiga discussão sobre comunicação democrática
O último dia da XX semana de comunicação foi encerrado com a oficina de educomunicação, ministrada por Ana paula Salomon. A oficina começou as duas e meia. Após a apresentação do vídeo," Levante sua voz" ela propôs que os alunos discutissem os temas apresentados no vídeo, como democratização da comunicação, liberdade de expressão, atuação dos indivíduos na mídia, entre outros assuntos que surgiram durante a oficina.
O ponto principal da oficina, foi que Ana Paula, fez com que os alunos apresentassem seu ponto de vista, todos os alunos discutiram os temas e puderam colocar suas opiniões frente aos colegas. A oficineira propunha questões a serem respondidas pelos alunos que foram bem participativos, durante todo o encontro Ana Paula provocava os alunos a responder questões críticas sobre comunicação e democratização.
Os alunos pareceram bastantes receptivos ao temas apresentados, e participaram bastante, fomentando as discussões. A aluna Rafaela serrato diz que a oficina foi bastante interessante, " eu esperava algo diferente, me surpreendi, ela nós deixou bem livres para falar o que pensávamos, foi bem interessante". A oficina terminou as quatro da tarde, encerando a XX semana de Estudos em comunicação, evento realizado pelo Departamento de Comunicação, com apoio da Agência de Jornalismo, Fundação Araucária, Centro Acadêmico de Jornalismo João do Rio, Centro de Processamento de dados e Atlética de Jornalismo.
O ponto principal da oficina, foi que Ana Paula, fez com que os alunos apresentassem seu ponto de vista, todos os alunos discutiram os temas e puderam colocar suas opiniões frente aos colegas. A oficineira propunha questões a serem respondidas pelos alunos que foram bem participativos, durante todo o encontro Ana Paula provocava os alunos a responder questões críticas sobre comunicação e democratização.
Os alunos pareceram bastantes receptivos ao temas apresentados, e participaram bastante, fomentando as discussões. A aluna Rafaela serrato diz que a oficina foi bastante interessante, " eu esperava algo diferente, me surpreendi, ela nós deixou bem livres para falar o que pensávamos, foi bem interessante". A oficina terminou as quatro da tarde, encerando a XX semana de Estudos em comunicação, evento realizado pelo Departamento de Comunicação, com apoio da Agência de Jornalismo, Fundação Araucária, Centro Acadêmico de Jornalismo João do Rio, Centro de Processamento de dados e Atlética de Jornalismo.
quinta-feira, 6 de outubro de 2011
Democratização da informação
O quarto dia da XX Semana da Comunicação promovida pelo curso de Jornalismo da Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG) e pelo Departamento de Comunicação da instituição ficou marcado por um debate sobre a democratização da comunicação.
A primeira fala foi feita pelo jornalista Douglas Moreira, que apresentou um breve documentário explorando os monopólios da comunicação no Brasil, exemplificado pela Família Marinho, Silvio Santos, entre outro. O vídeo contestou sobre essa apropriação das informação que acabam por comprometer o acesso dos cidadãos. Moreira ainda apresentou propostas e dados sobre os oligopólios e ainda alternativas que poderiam ser utilizadas para criar novas vozes sobre os processos de comunicação.
O segundo palestrante do dia foi Mário Messagi Júnior, que apresentou o histórico do movimento da democratização da comunicação do Brasil. o docente explicou o desenvolvimento junto da sua história de vida como militante, que começou nos primeiros anos da universidade e acabou se tornando presente em sua vida profissional e pessoal.
Messagi aproveitou para falar sobre a necessidades da sociedade cobrar por uma maior liberdade das informação, uma vez que estes devem ser garantidos na constituição do país. “São conjuntos de direitos que o estado tem que garantir, como o direito a livre concorrência de mercado”, afirmou.
Após as falar, os estudantes conseguiram estabelecer um diálogo junto aos palestrantes para discutir como essa democratização pode acontecer efetivamente e quais são os possíveis resultados e benefícios.
A primeira fala foi feita pelo jornalista Douglas Moreira, que apresentou um breve documentário explorando os monopólios da comunicação no Brasil, exemplificado pela Família Marinho, Silvio Santos, entre outro. O vídeo contestou sobre essa apropriação das informação que acabam por comprometer o acesso dos cidadãos. Moreira ainda apresentou propostas e dados sobre os oligopólios e ainda alternativas que poderiam ser utilizadas para criar novas vozes sobre os processos de comunicação.
O segundo palestrante do dia foi Mário Messagi Júnior, que apresentou o histórico do movimento da democratização da comunicação do Brasil. o docente explicou o desenvolvimento junto da sua história de vida como militante, que começou nos primeiros anos da universidade e acabou se tornando presente em sua vida profissional e pessoal.
Messagi aproveitou para falar sobre a necessidades da sociedade cobrar por uma maior liberdade das informação, uma vez que estes devem ser garantidos na constituição do país. “São conjuntos de direitos que o estado tem que garantir, como o direito a livre concorrência de mercado”, afirmou.
Após as falar, os estudantes conseguiram estabelecer um diálogo junto aos palestrantes para discutir como essa democratização pode acontecer efetivamente e quais são os possíveis resultados e benefícios.
quarta-feira, 5 de outubro de 2011
Discussão sobre regionalidade no terceiro dia da semana de comunicação
O terceiro dia do ciclo de palestras da XX semana da comunicação(05-10) teve inicio as 9:30 da manhã. assunto do evento foi Jornalismo regional e agendamento midiático, o convido para discursar sobre os assuntos foi o Professor Dr. Roberto Reis, da Universidade de Marilía (UNIMAR).
A discussão central do dia foi a importância da regionalidade da mídia. Reis enfatizou que a produção local e a preocupação por parte dos estudiosos da mídia, sobre o que está sendo produzido por esses veículos, deve ser pensada a fundo.
Reis destacou que poucas universidades preocupam-se em estudar o regionalismo, por considerar esse assunto de pouca importância dentro da academia. "alguns setores veem isso (regionalidade) como uma coisa menor e muitos cursos de jornalismo acabam não incluindo essa preocupação no currículo", explica.
Ele ressalta ainda que a maior preocupação é o fator comercial e os anúncios.O aluno do terceiro ano, Kevin furtado, considera importante a discussão do regionalismo e considera isso uma tendência na produção jornalística, " Resta saber se essa estratégia tende a representar o local ou meramente reforçar o modelo hegemônico das cabeças de rede". Reis enfatizou a importância da inclusão da região como um valor notícia.
Larissa Silvestre
A discussão central do dia foi a importância da regionalidade da mídia. Reis enfatizou que a produção local e a preocupação por parte dos estudiosos da mídia, sobre o que está sendo produzido por esses veículos, deve ser pensada a fundo.
Reis destacou que poucas universidades preocupam-se em estudar o regionalismo, por considerar esse assunto de pouca importância dentro da academia. "alguns setores veem isso (regionalidade) como uma coisa menor e muitos cursos de jornalismo acabam não incluindo essa preocupação no currículo", explica.
Ele ressalta ainda que a maior preocupação é o fator comercial e os anúncios.O aluno do terceiro ano, Kevin furtado, considera importante a discussão do regionalismo e considera isso uma tendência na produção jornalística, " Resta saber se essa estratégia tende a representar o local ou meramente reforçar o modelo hegemônico das cabeças de rede". Reis enfatizou a importância da inclusão da região como um valor notícia.
Larissa Silvestre
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